Com o dólar e o euro valendo mais que o real, o contratante gringo, de certa forma, acaba pagando menos, e o contratado brasileiro, na conversão, acaba ganhando mais. Ótimo para os dois lados.
Para ser designer fora do Brasil, você não precisa somente ser um bom profissional, também precisa de diferenciais que deixem a experiência mais natural possível.
Um detalhe importante é que, no exterior, os prazos devem ser cumpridos à risca. Por outro lado, a carga horária é, geralmente, menor do que a que estamos acostumados no Brasil.
Comece organizando seu portfólio. Para conseguir vagas globais, é preciso adaptar tanto o currículo, quanto o portfólio, para línguas estrangeiras, principalmente o inglês. Atualize seu perfil no LinkedIn e se candidate para vagas home office divulgadas por empresas estrangeiras dentro da sua área de atuação.
Além do LinkedIn, existe uma série de outros sites que você pode procurar por trabalhos internacionais como, por exemplo: Dribbble, a rede social do designer gráfico; AngelList, um site dos EUA voltado para quem quer se candidatar a vagas de empregos em startups; Upwork, plataforma americana para quem busca vagas de freelancer; Indeed, muito utilizado no Brasil, também disponibiliza vagas de emprego em outros países e International Careers & Jobs, site que disponibiliza vagas de emprego em todo o mundo.
Além desses sites, você também pode buscar por vagas no Google. Para isto, basta digitar o cargo e, em seguida, “remote jobs from anywhere”.
Fontes: designerd e escolacasa
