Entramos em 2026 com um cenário claro: marcas que não geram conexão emocional estão ficando para trás. O consumidor atual, hiperconectado, exigente e atento a propósitos busca mais do que produtos ou serviços. Ele quer se identificar com valores, causas e histórias. E é aí que entra o poder do design.
Por muitos anos, marcas tentaram parecer perfeitas, intocáveis e frias. Hoje, isso já não convence. A ascensão das redes sociais, da economia da atenção e da transparência forçada pelas tecnologias expôs um fato: as marcas precisam ser humanas para se manterem relevantes:
- Tipografia emocional, que transmite personalidade e tom de voz
- Layouts acessíveis, pensados para incluir diferentes públicos
Uma marca humanizada não apenas fala, ela conta histórias. E o design é o fio condutor dessa narrativa: cada cor, forma ou textura carrega uma mensagem.
Por isso, marcas fortes estão investindo em identidades visuais que evoluem, se adaptam e conversam com o público em diferentes canais e momentos.
Como sua marca pode se humanizar?
- Comece revendo o tom da sua comunicação
- Traga pessoas reais para o centro da narrativa
- Reflita isso em uma identidade visual coerente e sensível
- Não tema se posicionar, coerência é mais importante que neutralidade
