Afinal, toda marca deve criar um personagem ou um mascote?

Você já pensou em criar um personagem para a sua empresa? Para se aproximar dos consumidores, essa é uma tática utilizada por algumas marcas que buscam traduzir seus valores de forma simples e humanizada.

O relacionamento entre consumidores e marcas mudou nos últimos anos. Devido a transformação digital, empresas têm procurado desenvolver o contato de uma forma mais próxima e pessoal. Uma dessas formas é a criação de um mascote.

O mascote, personagem ou figura tem a capacidade de representar uma marca e se tornar o porta-voz de sua mensagem. Se você quer saber se vale a pena criar um mascote para sua empresa, continue lendo este post!

A humanização por meio dos mascotes

Criar um personagem pode suprir várias necessidades de uma empresa, podendo auxiliar na comunicação da filosofia, valores e missão da marca. Além disso, o mascote consegue criar uma lembrança de marca mais forte do que outras estratégias, estabelece empatia e projeta a imagem da empresa por meio de cores, personalidade e um perfil.

Essas figuras que representam as marcas conseguem se aproximar dos clientes de uma forma única. Os mascotes, por possuírem características humanas, conseguem transmitir emoções e sentimentos de maneira genuína para o público. Assim, fica mais fácil para que os consumidores se identifiquem e confiem naquele personagem e, consequentemente, na mensagem que ele deseja passar.

Essas figuras podem ser usadas em canais de comunicação com o público interno ou externo. É possível levá-la para ações promocionais e agregar valor ao evento. Muitas pessoas gostam de tirar fotos com personagens e postá-las nas redes sociais, aumentando o reconhecimento da marca.

A criação do personagem ​

Antes de decidir ou não pela necessidade de criação do personagem, é preciso compreender que o mascote será a personalidade representativa da marca, por isso ele precisa estar alinhado com a identidade organizacional. Outro ponto a ser analisado é estudar e conhecer a persona e verificar se esse público se engajaria ou se identificaria com um personagem.

Por exemplo, se sua empresa vende um produto ou oferece um serviço complexo, o mascote poderá ser o elo de ligação entre consumidores interessados e os especialistas da empresa. A personificação será a responsável por explicar o produto de uma forma mais leve e menos engessada. Por meio de vídeos e interações, o usuário poderá se engajar mais do que em uma conversa com um vendedor, por exemplo.

Se depois de analisar todos os aspectos internos e externos, você chegar a conclusão de que um personagem agregaria valor à marca, é preciso pensar na execução e criação.

Assim como qualquer estratégia, a composição do personagem deve ser pesquisada, planejada, testada e executada. Detalhes como humor, linguagem, postura, cores, traço e gênero devem ser levados em consideração para atingir o público certo.

Essas figuras podem ser divididas em alguns tipos: o personagem “humano real”, que é conhecido como garoto-propaganda, os seres gráficos e os humanos ficcionais, que são aqueles atores contratados para interpretar uma persona, como o baixinho da Kaiser.

Cases de sucesso

A Lu da Magazine Luiza é um grande exemplo de personagem brasileiro que tem bastante representatividade para sua marca. A personagem digital auxilia usuários e compradores a efetuar compras, realiza reviews e avaliações dos produtos, e divulga ofertas por meio do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Além dela, um mascote icônico, porém controverso é o Ronald McDonald. O personagem surgiu em 1963 e, depois, tornou-se o porta-voz da marca. As cores utilizadas no mascote fazem referência direta ao Mc Donald’s e, por isso, consolidou-se facilmente entre todos, principalmente entre o público infantil. Por esse motivo, o personagem foi muito questionado por cativar as crianças e influenciá-las em comportamentos consumistas.

​Portanto, podemos concluir que criar um personagem não deve ser por modismo. Essa ação deve estar ligada à uma estratégia sólida e coerente. Para alcançar o sucesso, é preciso que a marca entenda o seu propósito, conheça muito bem o seu público e personifique isso em uma figura representativa.

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