Just in time

Estamos no futuro.

O ano não importa. O dia também não.

Os únicos números que nos preocupam são dígitos luminosos impressos em nossos braços.

Em “In time” (“O preço do amanhã” no Brasil) tempo é, literalmente, dinheiro.

Ao completar 25 anos, os relógios genéticos são ativados, proporcionando 3 anos de vida. Porém o consumo de bens e alimentação são pagos com esse tempo. E o ordenado recebido pelo trabalho é pago em tempo.

As castas não separadas por fusos e os ricos vivem mais. (ou quem sabe, para sempre).

 

É uma reflexão interessante. E bem simples.

Quando não sabemos administrar tempo, ficamos sem dinheiro, sem dinheiro não adquirimos os fatores básicos para sobrevivência e assim por diante.

 

E a gente ainda perde tempo com tantas futilidades…

 

Como, por exemplo, pensar que os vereadores do futuro devem ter tempo de sobra.

 

 

Priscila Medeiros é formada em Publicidade e Propaganda
Arte finalista na Ribsilk, blogueira, amante da boa música e louca por cinema.
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