Um pouco sobre design gráfico contemporâneo no Brasil

Referências são muito pessoais. Quando ligadas a algum juízo de valor, dependem muito do ponto de vista e vivência de cada um. No entanto, muitas dessas referências são importantes, pois representam marcos que norteiam trabalhos e movimentos artísticos.

Para falar de design gráfico contemporâneo no Brasil, temos que analisar os alicerces sobre o qual nossa modernidade está se construindo. Desde sempre nós, brasileiros, fomos indagados e nos indagamos muito sobre a nossa própria identidade. Afinal, o que nos caracteriza de forma clara e sucinta e que se reflete em nossa produção cultural e material?

Desde o início da colonização no Brasil, estivemos expostos a várias etnias e trocas culturais. A imigração em peso e as diferenças regionais de um país tão vasto como o Brasil geraram uma diversidade cultural e étnica impressionantes, resultando numa cultura bastante híbrida.  Nossa identidade, sem dúvida, é a diversidade. Diversidade essa que nos agrega um diferencial construtivo, positivo e que nos possibilita pensar em novas formas de dinâmica social.

No seio da preocupação com a descoberta de novos materiais está a questão da sustentabilidade: materiais de baixo impacto ambiental, reciclados e recicláveis, com otimização de recursos e que contribuam para o desenvolvimento social.

O livro “O panorama do design gráfico contemporâneo: a construção, a desconstrução e a nova ordem”, Maria Helena Werneck Bomeny coloca em perspectiva a trajetória da linguagem visual que passou por rupturas estéticas, indicando tendências ou derrubando de vez paradigmas sobre como se construir uma imagem. De forma inovadora, o livro foi produzido a fim de que designers, estudantes de artes visuais e interessados em comunicação e criação em geral conheçam os principais expoentes do design gráfico, partindo do modernismo da escola de Bauhaus até artistas contemporâneos.

Fonte: Estudio Infinito

Deixar uma resposta